Visão geral padrão
A FEA 405 é uma norma do setor emitida pela Federação Europeia de Aerossóis (FEA) que define paralelismo e estabelece métodos de medição uniformes para recipientes de aerossol com Aberturas de 25,4 mm.
O paralelismo entre a abertura do recipiente e a base do recipiente é uma condição geométrica crítica para fixação de válvula impecável. Mesmo pequenas variações angulares podem causar compressão irregular da junta e vedação instável.
Objetivo e posição no sistema de normas
Os limites aceitáveis para o paralelismo são definidos em EN 15010 (Recipientes de alumínio para aerossol – tolerâncias relacionadas à prensagem).
A norma FEA 405 não define valores de tolerância. Seu único propósito é garantir que O paralelismo é medido de forma consistente e reproduzível. em diferentes fábricas, laboratórios e sistemas de inspeção.
Definição de Paralelismo
O paralelismo descreve se duas superfícies estão orientadas a uma distância constante uma da outra. Em recipientes de aerossol, isso se refere a:
- O plano da base do contêiner, e
- O plano da abertura do recipiente
Se os dois planos fossem estendidos infinitamente, eles nunca se interceptariam. Qualquer desvio representa uma perda de paralelismo.
Âmbito de aplicação
A norma FEA 405 aplica-se a:
- Recipientes de aerossol com Aberturas de 25,4 mm
- Tanto recipientes de folha de flandres quanto de alumínio
- Controle de qualidade de rotina e inspeção laboratorial
Método 1 – Medição com Calibrador Mecânico
O método principal definido em FEA 405 utiliza um relógio comparador mecânico Equipado com uma barra de medição rígida.
A barra de medição:
- Possui um diâmetro de 8 mm
- Possui um comprimento de 30 mm
- É fixada paralelamente a uma superfície plana de referência.
A barra está posicionada a uma altura igual à altura nominal do recipiente.

O recipiente é colocado sobre a superfície de referência e girado uma vez em torno de seu eixo vertical. O desvio máximo observado no medidor representa o desvio de paralelismo.
Método 2 – Dispositivo de controle 2D ou 3D
Como alternativa ao medidor mecânico, o FEA 405 permite o uso de Sistemas de medição 2D ou 3D, como dispositivos de medição óptica ou de coordenadas.
Este método avalia o paralelismo por meio de:
- Construindo um plano virtual A representando a base do contêiner
- Construindo um plano virtual B representando a abertura do contêiner
- Calculando o diferença máxima de altura entre os dois aviões
Interpretação dos Resultados
O desvio de paralelismo é expresso como o diferença máxima de altura Medida entre o plano de abertura e o plano base durante a rotação ou digitalização.
O valor medido deve então ser comparado com a tolerância permitida definida em EN 15010.
Por que o paralelismo é importante
A falta de paralelismo pode levar a:
- Copos de válvulas inclinados após o aperto
- Compressão irregular da junta
- Aumento do risco de vazamentos e defeitos estéticos.
Relação com outras normas
- EN 15010 – Define as tolerâncias de paralelismo permitidas
- EN 14850 – Define a medição da altura de contato
- FEA 216 – Define a geometria da mandíbula durante o cerrar de punhos
Em conjunto, essas normas controlam a orientação, a posição e a deformação no sistema de cravação.
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Este documento fornece FEA 405, Este documento define o paralelismo e os métodos de medição padronizados para recipientes de aerossol com aberturas de 25,4 mm. Descreve os procedimentos de medição mecânica e controle 2D ou 3D para garantir o alinhamento geométrico consistente e, consequentemente, um desempenho de fixação confiável.
Perguntas frequentes – Engenharia e Qualidade
A norma FEA 405 define como o paralelismo é medido. Os limites de tolerância são especificados separadamente na norma EN 15010.
Não. Dispositivos de controle 2D ou 3D são permitidos, desde que reproduzam os mesmos princípios de referência. A consistência é mais importante do que a tecnologia de medição.
A rotação garante que o desvio máximo em toda a circunferência seja capturado. Verificações em um único ponto podem não detectar erros angulares críticos.
Não. A cravação não compensa o desalinhamento geométrico. O paralelismo deve ser controlado na etapa de fabricação do recipiente.
Durante a qualificação inicial, auditorias periódicas de qualidade e sempre que surgirem problemas de vedação, trata-se de um parâmetro fundamental de controle geométrico.

